Microconto 5
Não sei quão compreensível este conto será para quem não está pensando no que eu estou pensando, mas em todo caso…
O físico, sem saber se estava vivo ou morto, abriu a caixa.
Não sei quão compreensível este conto será para quem não está pensando no que eu estou pensando, mas em todo caso…
O físico, sem saber se estava vivo ou morto, abriu a caixa.
Outro dia tive uma idéia para um microconto, mas não a anotei e acabei esquecendo o que era. Aí, ontem à noite, pensei neste aqui. É meio óbvio, mas enfim…
Biscoito da fortuna: água, farinha, açúcar, ovo e cianureto.
Mudando de assunto, consegui encontrar uma cópia parcial do blog anterior, mas ela infelizmente não contém os textos mais interessantes. A busca continua.
Depois de três microcontos, a inspiração acabou, e com ela acabaram-se também meus planos de atualizar o blog todo dia. Mas ainda quero tentar manter um mínimo de regularidade.
Andei dando uma olhada num site com microcontos para tentar abrir meus horizontes criativos. Agora vou tomar banho; refrescando o cérebro, talvez surja alguma idéia nova.
Aliás, esqueci de colocar antes o site que me deu vontade de começar a escrever esses negocinhos: histórias (em inglês) com seis palavras. Obviamente bem melhores que as minhas.
Este surgiu quase que espontaneamente ontem à noite, durante o banho. Isso quer dizer que agora estou adiantado: tenho um dia inteiro para pensar no que colocarei amanhã.
Olhou para sua mão. Alívio: cinco dedos ainda. Pegou um e comeu-o.
Aqui está o de hoje. O processo de criação foi até rápido, o que pode ser um sinal de que ele não está bom, mas eu gostei. Tive que tirar algumas palavras e trocar outras para deixá-lo dentro do limite, então talvez soe um pouco estranho.
Tentou saborear ao máximo a queda livre, já que seria a última.
Ah sim, esqueci de mencionar algo: o servidor do blog antigo foi-se definitivamente, levando com ele os meus textos. A maior esperança agora é recuperar um disco rígido meu que pifou no fim do ano passado, para ver se eles estão guardados lá.
Haha. Por alguns poucos momentos, eu realmente pensei que iria atualizar este blog regularmente. Como eu sou ingênuo. Mas ainda não aprendi a lição, como mostrarei em breve.
Ontem de madrugada resolvi começar a criar microcontos. Escrevi um que ficou até razoável (na minha opinião suspeita e na ligeiramente menos suspeita opinião de um amigo). Empolguei-me e comecei a escrever outros, mas produções artísticas em série geralmente não dão muito certo e nenhum deles chegou ao nível do primeiro. Então achei que, se tentasse criar um (e apenas um) por dia, talvez conseguisse fazer alguns razoavelmente interessantes.
Aí encontrei umas pessoas que pretendem escrever todos os dias em seus blogs durante o mês de novembro. Não me inscrevi no grupo, mas senti uma pontinha de disposição de colocar um microconto por dia aqui, por pelo menos um mês. Felizmente, não acredito de verdade que vá conseguir fazer isso, então não vou me sentir culpado amanhã quando desistir da idéia.
Bem, aqui está o primeiro, o que começou o processo:
Sob a mesa, amaldiçoou-se por não ter silenciado o celular.
É, é só isso mesmo. A definição de microconto que estou usando é a de um conto (se é que isso pode ser chamado de conto) com no máximo cinqüenta letras.
Como mencionei anteriormente, esse foi feito ontem. Agora dêem-me licença, que preciso criar o de hoje.
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